Autismo e a disfunção sensorial da visão

Autismo e a disfunção sensorial da visão
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Você já ouviu falar em TEA (Transtorno do Espectro Autista)? E sabe como a disfunção sensorial da visão afeta quem possui esta condição?

O autismo é caracterizado pela  dificuldade de interação, linguagem e comunicação em geral, além da realização de atividades e hábitos repetitivos. Ele pode aparecer pela incapacidade de desenvolver o intelecto e naturalmente de realizar exercícios do dia a dia. Amplamente falando, quem apresenta o TEA vê o mundo de forma diferente.

Porém, é importante saber que esta condição não é considerada uma doença, apenas um jeito diferente de expressar e reagir (por isso “tanstorno”) que, mesmo que não haja cura, também não se agrava conforme o avançar da idade. No entanto, se o diagnóstico for rápido, melhor será a qualidade de vida.

Disfunção sensorial da visão

Para quem possui o TEA, é comum também a manifestação de distúrbios que mexem com todo o cérebro, afetando sentidos como paladar, tato, olfato e visão. 

Conhecido como disfunção sensorial, este é um problema que mexe com a capacidade de sentir do nosso cérebro, já que dificulta o estímulo dele. Isto se manifesta, principalmente, através da movimentação do corpo, como andar, pular, correr, entre outros. 

Dessa forma, é comum que o indivíduo tenha hábitos repetitivos, pois se trata de uma forma de padronizar e organizar os pensamentos que estão desordenados.

A disfunção sensorial, ainda, pode afetar não só os autistas, mas também pacientes que dispõem de deficiências intelectuais. Neste caso, a condição começa a afetar elementos do dia a dia, assim causando desconforto e estresse em é diagnosticado.

Ela pode aparecer de algumas formas diferentes para cada indivíduo. Alguns sinais desse mau funcionamento são: 

  • Excesso de sensibilidade à luz, causando a distorção de imagens;
  • Enxergar uma luz mais brilhante do que ela realmente é.

Por conta dessa vulnerabilidade causar bastante desconforto, ela colabora na redução da vontade de socializar, pois os pacientes tendem a evitar lugares que estão muito expostos à luz. Isto acaba por dificultar também em movimentos simples como brincar ou até mesmo pegar objetos.

Porém, saiba que é possível reduzir esse desconforto, para que a disfunção se torne menos recorrente. Veja como:

  • Uso de óculos escuros;
  • Diminuir intensidade da luz em ambientes internos;
  • Terapia;
  • Atividades recreativas;
  • Luzes incandescentes;
  • Brincadeiras;
  • Jogos.

Vale ressaltar que forçar esses estímulos pode não ser agradável, visto que cada um possui diferenças nessa fase de tratamento. 

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