Traumas oculares e acidentes causados na praia com bolas: todo cuidado é pouco

Traumas oculares e acidentes causados na praia com bolas: todo cuidado é pouco
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É difícil de imaginar que uma simples brincadeira de verão, na praia, possa causar danos a nossa visão, não é mesmo? Mas, pode! Uma informação importante é que o olho é a quinta parte do corpo mais atingida pelos acidentes de trabalho. Agora imagina, numa simples brincadeira na praia, os riscos existem e podem ser evitados.

O trauma ocular é uma condição causada por acidentes oculares que incluem pancadas, perfurações ou queimaduras. Por ser uma estrutura estrutura muito delicada e, apesar de estar bem protegido dentro do crânio e pelas pálpebras, os olhos pode ser machucado por traumas como boladas, socos, batidas e mordida de animais, entre outros.

Ninguém quer que aconteça mas se por acaso ocorrer um acidente na praia decorrente de uma bolada por exemplo, é importante saber que os primeiros socorros são essenciais para diminuir as complicações que podem ameaçar a visão e é por esse motivo que decidimos decorrer sobre esse assunto.

Ao sofrermos um trauma ocular, poderá ocasionar a diminuição da acuidade visual e cegueira unilateral, tamanha gravidade do problema. Durante o lazer e a prática de esportes, podemos ressaltar acidentes de gravidades variadas, sendo que, no Brasil, a modalidade mais envolvida é o futebol, mas pode ocorrer em outras modalidades como voleibol e outras brincadeiras com bolas.

Falando sobre os primeiros socorros:

O primeiro ponto para pensarmos quando ocorre um acidente com bolas é acalmar a pessoa que sofreu o trauma ocular e estabilizar o olho atingido. Tentar remover fragmentos ou realizar qualquer tipo de tratamento não é indicado pois se corre o risco de agravar ainda mais o quadro. Essas medidas específicas devem ser realizadas por equipe médica especializada para o atendimento, o oftalmologista.

Caso o trauma ocorrido possua um corpo estranho na superfície do olho , como poeira, areia a o próprio cílios da pessoa, recomenda-se não esfregar a coçar os olhos de maneira alguma. 

E se o corpo estranho estiver móvel, é necessário lavar as mãos com água e sabão e mover a pálpebra superior sobre a pálpebra inferior para estimular o lacrimejamento e, assim, provocar o deslocamento desse conteúdo até sua saída.

O que fazer?

É necessário analisar a extensão da lesão ocular e o grau de risco da mesma. O rápido diagnóstico e o tratamento imediato deverão resultar no sucesso da recuperação ocular. O trauma é um dos fatores que mais acometem cegueira no mundo, já que muitas vezes se dão por perfurações, traumas (bater os olhos em algo como já mencionamos acima) e até mesmo líquidos corrosivos em contato com os olhos.

Ainda falando sobre traumas nos olhos ocorridos em possíveis acidentes, se algum produto químico entrar nos olhos devemos lavar imediatamente. Após a realização da lavagem, recomenda-se procurar o médico oftalmologista para avaliação das lesões e tratamento adequado.

Nas pessoas já na faixa da terceira idade, os riscos em casos como este são redobrados, pois devido ao desgaste natural dos ossos e a perda dos reflexos podem tornar os acidentes mais graves.

A solução é a prevenção. Prevenir é a melhor atitude para evitar acidentes e traumas oculares, portanto, neste verão enquanto tiver em seu momento de lazer com amigos e familiares, vale a pena prestar atenção nas brincadeiras ao seu redor e evitar as famosas boladas no olho.

Tenha cuidado também ao manusear tampinhas de garrafa enquanto se diverte na praia a até mesmo na piscina do seu condomínio.

Vale ressaltar também que a criançada nessa época adora uma brincadeira fora de casa e então, redobre a atenção nas brincadeiras com estilingues, bolas a fogos de artifício.

Consulte seu oftalmologista o quanto antes caso tenha sofrido um trauma ocular e mantenha os exames regularmente.

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